Uma parte do nosso trabalho de história foi uma entrevista realizada com uma funcionária que cuida da área da limpeza de nossa escola, na qual conversamos um pouco sobre o destino do lixo no INSA. Descobrimos que não cuidamos tão bem do nosso espaço quanto deveríamos:
Carolina Favetta – Para onde vai o lixo que é separado na escola?
Maria Socorro – Para o sanatório, a gente separa tudo que é reciclado e eles vêm buscar. O resto que não dá pra reciclar a gente põe na rua para o lixeiro levar.
CF – Como fica a situação aqui na escola depois do recreio?
MS – Fica muito sujo. Os professores já tentaram fazer reunião no pátio com as crianças. Você vê que tem cesto de lixo em tudo quanto é lugar aqui e tem gente que fala que joga no chão porque não tem um cesto perto, mas a gente procura colocar em vários lugares. O lixo é jogado no chão. Vira e mexe a gente acha caixinha de coisa derramado no pé do cesto. O duro é que a gente perde tempo sem necessidade. É refrigerante, Danone, garrafinha virada e tudo jogado no chão. A maioria joga pro chão.
CF – Qual o período que suja mais, o pessoal da manhã ou o pessoal da tarde?
MS – O pessoal da manhã. Os maiores estão sujando mais o pátio.
Com base na entrevista percebemos que ao invés de discutirmos o problema da poluição no mundo, ou no Brasil, devemos olhar para os lugares ao nosso redor, como por exemplo a nossa escola. Já estamos tão acostumados a entrar no INSA que não reparamos na limpeza do pátio, das salas, dos banheiros. Apenas olhamos para o chão quando vemos que está sujo e logo abrimos a boca para reclamar. Mas você já parou para pensar no que aconteceria se ninguém limpasse o que sujamos?
A seguir, algumas fotos da situação do pátio antes do recreio e a diferença com o depois do nosso intervalo de apenas 20 minutos.
Antes:
Depois:
A seguir, algumas fotos da situação do pátio antes do recreio e a diferença com o depois do nosso intervalo de apenas 20 minutos.
Antes:
Depois:


Nenhum comentário:
Postar um comentário