sexta-feira, 24 de junho de 2011

O lixo na nossa escola

Uma parte do nosso trabalho de história foi uma entrevista realizada com uma funcionária que cuida da área da limpeza de nossa escola, na qual conversamos um pouco sobre o destino do lixo no INSA. Descobrimos que não cuidamos tão bem do nosso espaço quanto deveríamos:
Carolina Favetta – Para onde vai o lixo que é separado na escola?
Maria Socorro – Para o sanatório, a gente separa tudo que é reciclado e eles vêm buscar. O resto que não dá pra reciclar a gente põe na rua para o lixeiro levar.
CF – Como fica a situação aqui na escola depois do recreio?
MS – Fica muito sujo. Os professores já tentaram fazer reunião no pátio com as crianças. Você vê que tem cesto de lixo em tudo quanto é lugar aqui e tem gente que fala que joga no chão porque não tem um cesto perto, mas a gente procura colocar em vários lugares. O lixo é jogado no chão. Vira e mexe a gente acha caixinha de coisa derramado no pé do cesto. O duro é que a gente perde tempo sem necessidade. É refrigerante, Danone, garrafinha virada e tudo jogado no chão. A maioria joga pro chão.
CF – Qual o período que suja mais, o pessoal da manhã ou o pessoal da tarde?
MS – O pessoal da manhã. Os maiores estão sujando mais o pátio.

Com base na entrevista percebemos que ao invés de discutirmos o problema da poluição no mundo, ou no Brasil, devemos olhar para os lugares ao nosso redor, como por exemplo a nossa escola. Já estamos tão acostumados a entrar no INSA que não reparamos na limpeza do pátio, das salas, dos banheiros. Apenas olhamos para o chão quando vemos que está sujo e logo abrimos a boca para reclamar. Mas você já parou para pensar no que aconteceria se ninguém limpasse o que sujamos? 

A seguir, algumas fotos da situação do pátio antes do recreio e a diferença com o depois do nosso intervalo de apenas 20 minutos. 

Antes: 




Depois: 





quinta-feira, 23 de junho de 2011

História em quadrinhos

Essa história em quadrinhos fala sobre os impactos da ação humana sobre a natureza. O gibi é um importante meio de comunicação o qual chega até as faixas etárias das crianças, que precisam estar conscientes do que está acontecendo no nosso planeta para tentar ajudar dentro das suas casas e no futuro também.



Por que reciclar papel?


A reciclagem do papel é tão importante quanto sua fabricação. A matéria prima para a fabricação do papel já está escassa, mesmo com políticas de reflorestamento e com uma maior conscientização da sociedade em geral. Com o uso dos computadores, muitos cientistas sociais acreditavam que o uso de papel diminuiria, principalmente na indústria e nos escritórios, mas isso não ocorreu e o consumo de papel nas duas últimas décadas do século XX foi recorde.

Na fabricação de uma tonelada de papel, a partir de papel usado, o consumo de água é muitas vezes menor e o consumo de energia é cerca da metade. Economizam-se 2,5 barris de petróleo, 98 mil litros de água e 2.500 kw/h de energia elétrica com uma tonelada de papel reciclado.


Vantagens

  • Redução dos custos das matérias-primas: a pasta de aparas é mais barata que a celulose de primeira.
  • Economia de Recursos Naturais

Madeira: Uma tonelada de aparas pode substituir de 2 a 4 m3 de madeira, conforme o tipo de papel a ser fabricado, o que se traduz em uma nova vida útil para de 15 a 30 árvores.

Água: Na fabricação de uma tonelada de papel reciclado são necessários apenas 2.000 litros de água, ao passo que, no processo tradicional, este volume pode chegar a 100.000 litros por tonelada.

Energia: Em média, economiza-se metade da energia, podendo-se chegar a 80% de economia quando se comparam papéis reciclados simples com papéis virgens feitos com pasta de refinador.

Redução da Poluição: Teoricamente, as fábricas recicladoras podem funcionar sem impactos ambientais, pois a fase crítica de produção de celulose já foi feita anteriormente. Porém as indústrias brasileiras, sendo de pequeno porte e competindo com grandes indústrias, às vezes subsidiadas, não fazem muitos investimentos em controle ambiental.

Criação de Empregos: estima-se que, ao reciclar papéis, sejam criadas cinco vezes mais empregos do que na produção do papel de celulose virgem e dez vezes mais empregos do que na coleta e destinação final de lixo.

Redução da "conta do lixo": o Brasil, no entanto, só recicla 30% do seu consumo de papéis, papelões e cartões.


Aplicações

O papel reciclado pode ser aplicado em caixas de papelão, sacolas, embalagens para ovos, bandejas para frutas, papel higiênico, cadernos e livros, material de escritório, envelopes, papel para impressão, entre outros usos.


Fonte: http://ambientes.ambientebrasil.com.br/residuos/reciclagem/reciclagem_de_papel.html

Passo a passo - Papel Reciclado


MATERIAIS:

Papel usado 
Água
Liquidificador 
Bacia
Armação com tule ou tela de galinheiro 
Tecido

MODO DE FAZER:
 


terça-feira, 12 de abril de 2011

Um possível começo para o nosso vídeo de Português



Vídeo feito por mim através de uma sequência de fotos de desenhos.

Locais onde são depositados o lixo

  • Lixões

Um lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo. Não tem nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos - o chorume (líquido preto que escorre do lixo). Este penetra pela terra levando substancias contaminantes para o solo e para o lençol freático. Moscas, pássaros e ratos convivem com o lixo livremente no lixão a céu aberto, e pior ainda, crianças, adolescentes e adultos catam comida e materiais recicláveis para vender. No lixão o lixo fica exposto sem nenhum procedimento que evite as conseqüências ambientais e sociais negativas.

"Lixão", vazadouro ou descarga de resíduos a céu aberto é uma forma inadequada de disposição final de resíduos sólidos, que se caracteriza pela simples descarga do lixo sobre o solo, sem medidas de proteção ao meio ambiente ou à saúde pública.


  • Aterros Controlados

O aterro controlado é uma fase intermediária entre o lixão e o aterro sanitário. Normalmente é uma célula adjacente ao lixão que foi remediado, ou seja, que recebeu cobertura de argila, e grama (idealmente selado com manta impermeável para proteger a pilha da água de chuva) e captação de chorume e gás. Esta célula adjacente é preparada para receber resíduos com uma impermeabilização com manta e tem uma operação que procura dar conta dos impactos negativos tais como a cobertura diária da pilha de lixo com terra ou outro material disponível como forração ou saibro. Tem também recirculação do chorume que é coletado e levado para cima da pilha de lixo, diminuindo a sua absorção pela terra ou eventuamente outro tipo de tratamento para o chorume como uma estação de tratamento para este efluente.



  • Aterros sanitários

Mas a disposição adequada dos resíduos sólidos urbanos é o aterro sanitário que antes de iniciar a disposição do lixo teve o terreno preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com argila e mantas de PVC, que é extremamente resistente. Desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não será contaminado pelo chorume. Este é coletado através de drenos de PEAD, encaminhados para o poço de acumulação de onde, nos seis primeiros meses de operação é recirculado sobre a massa de lixo aterrada. Depois desses seis meses, quando a vazão e os parâmetros já são adequados para tratamento, o chorume acumulado será encaminhado para a estação de tratamento de efluentes. A operação do aterro sanitário, assim como a do aterro controlado prevê a cobertura diária do lixo, não ocorrendo a proliferação de vetores, mau cheiro e poluição visual.

É um método em que o lixo é comprimido por intermédio de máquinas que diminuem o volume. Com o trabalho do trator, o lixo é empurrado, espalhado e amassado sobre o solo (compactação), sendo posteriormente coberto por uma camada de areia, o que minimiza os odores, evita e impede a proliferação de insetos roedores.

Todavia, se o aterro não for adequadamente impermeabilizado e operado, constitui-se em fator de poluição ambiental e contaminação do solo, das água subterrâneas e do ar. A poluição se deve ao processo de decomposição da matéria orgânica, que gera enormes quantidades de chorume e biogás, composto de metano e outros componentes tóxicos.



Fonte de pesquisa:

http://www.lixo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=144&Itemid=251